segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012


GABARITO TEXTO - Modulares  VALPARAÍSO E JARDIM BOTÂNICO.





1 E
20 B
2 B
21 E
3 D
22 B
4 C
23 B
5 B
24 C
6 B
25 A
7 C
26 B
8 B
27 E
9 B
28 C
10 C
29 D
11 E
30 D
12 D
31 A
13 A
32 C
14 C
33 D
15 A
34 B
16 E
35 C
17 B
36 C
18 C
37 E
19 B

 BATERIA 3 SIG - TURMA DETRAN - NOTURNO



1 C
16. CERTO
2 ERRADO
17. ERRADO
3 CERTO
18. C
4 CERTO
19. D
5 ERRADO
20. CERTO
6 D
21. ERRADO
7 A
22 A
8. D
23 B
9. B
24 B
10 C
25 ERRADO
11 A
26
12 CERTO
27 B
27.2
D/ A/ E/ B/ F/ E/ E/ F/ E/ D/ D/ A/ E/ D/ D/ B/ D/ D/ B/ A
13 B
28 C/ C/ B/ A/ A/ A/ C/ A/ C/A/ A / B/ A/ C/ C/ B/ C/ A/ A/ B/ A/ B/ C/ A/ A/ B/ B/ A/ A/ B.
14 ERRADO
29 EM SALA
15. C

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012


 Manifesto da Gramática

Certa vez, um ilustríssimo professor de Língua Portuguesa me perguntou:

- Você também é gramatiqueiro?

Respondi, prontamente, que sim. Todavia, essa resposta me fez refletir sobre alguns aspectos da minha vida docente. Por ser graduado na Universidade Federal do Rio de Janeiro, um filme me veio à cabeça. Imagens que, certamente, passam pela mente de muitos estudantes de Letras: os velhos combates entre Linguística x Gramática. Correção x Opressão. Norma x Normas. Esquerda x Inteligência.
Sem nenhuma saudade, lembrei-me de todo meu período acadêmico. Resolvi cursar Letras devido a uma grande afeição à Gramática e ao estudo das línguas. Durante o curso, houve uma clara pressão em convencer os futuros profissionais de Letras de que a Gramática Normativa era um terrível monstro o qual reprimia, cruel e ditatorialmente, todos os falantes que desviassem – pouco que fosse – ao bom uso da Linguagem.  Pura tolice.
 Não é meu objetivo com o presente artigo desvalorizar a Linguística. Muito pelo contrário. Ela foi uma das disciplinas mais interessantes que cursei na Universidade e é uma ciência fabulosa. A Língua realmente não deve ser apenas considerada como um conjunto de normas que trazem à tona a dualidade certo e errado. Li muito e admiro as descobertas de Ferdinand Saussure, que introduziu a distinção entre língua (langue) como um sistema global de regularidades e fala (parole), que são as expressões reais em si.
O que sempre me incomodou e preocupou foi a postura de muitos Linguistas de repulsa em relação à Gramática.
É sabido que a Língua Portuguesa possui uma gama de variações (tema que nem um livro conseguiria encerrar) de muitas naturezas - variedades socioculturais, variedades regionais, entre outras -. É de igual forma bem claro que o conceito de erro, segundo defendem os linguistas, deve ser tratado com muito cuidado e atenção. Certas construções linguísticas não devem ser consideradas ERRADAS, e sim INADEQUADAS.
O fato é que há varias normas presentes na Língua Portuguesa, cada uma com sua função social, estrutura e regras. Por exemplo, a música. Na língua empregada na música, é necessário que haja sonoridade, eufonia e rima. Isso é a NORMA sobre a qual se rege a música. Por exemplo, a canção da maravilhosa Marisa Monte: beija eu, beija eu, beija eu, me beija. Desvios à língua-padrão, como os percebidos na música citada,  são toleráveis, visto que a norma é outra, as exigências são outras.
A norma pertinente à musica, bem como a norma exigida em situações informais devem ser respeitadas. Por que diabos alguns linguistas consideram a normal culta algo opressivo? Por que a Gramática é tão aborrecedora? Por que certos estudiosos são traumatizados diante dos conceitos de certo e errado? Convivi no meio acadêmico e sempre percebi uma grande influência da esquerda-populista (podre) contribuindo para esse trauma e essa atitude de muitos docentes: o medo das regras e a exaltação do popular.
Meu mestre Evanildo Bechara, genialmente, sempre disse que devemos ser poliglotas em nossa própria língua. A Gramática não é instrumento de opressão; ela não é fim, é meio. O fim, de fato, é a comunicação. A Norma Culta é uma das várias normas existentes do Português e, com certeza, socialmente, a mais importante. Visto que ela é um instrumento de ascensão social, através do qual o falante tem a possibilidade de produzir e ler bons textos, de adequar-se a situações formais (exigidas na grande maioria das ocasiões profissionais na nossa vida) e consequentemente almejar melhores oportunidades.
Ensinar a língua-padrão não é uma forma de expressar preconceito social, como defendem os sociolinguistas, que têm, paradoxalmente, preconceito contra a Gramática. O ensino correto da Normal Culta e da Gramática - aplicada ao texto - é a melhor forma de oferecer oportunidade aos falantes de conhecer uma nova norma, o coloquial eles já dominam e usam fora da escola. O contato com a norma de maior prestígio, sem sombra de dúvidas, oferece uma gama de oportunidades que surgirão na fase adulta.

Ousem pensar, 
Fabrício Dutra

terça-feira, 31 de janeiro de 2012


Alô, minha querida turma de TEXTO do JARDIM BOTÂNICO!!!!

SEGUE O GABARITO PROMETIDO



1 E
20 B
2 B
21 E
3 D
22 B
4 C
23 B
5 B
24 C
6 B
25 A
7 E
26 B
8 E
27 E
9 B
28 C
10 C
29 D
11 E
30 D
12 D
31 A
13 A
32 C
14 C
33 D
15 A
34 B
16 E
35 C
17 B
36 C
18 C
37 E
19 D

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012



A casa caiu, os prédios caíram

Diante da incrível e triste tragédia sobre a qual muito se tem falado - os prédios que desabaram no Rio de Janeiro - há de se refletir sobre alguns fatos da vida pessoal e profissional. 

O Rio de Janeiro (a cidade mais linda do Brasil) é conhecidamente bem antiga, sobretudo a sua região central. Quem visitou, quem mora, quem conhece, enfim, todos sabem que suas construções são bem antigas, bem tradicionais, bem clássicas; devido a isso, inclusive, bem lindas. 

Também é do conhecimento geral o fato de essas construções seculares requererem maior cuidado. Não só com a fachada – como costumam pensar-, mas sim com as estruturas internas. Os esqueletos desses prédios podem ser facilmente abalados devido a inúmeros fatores: má conservação, o passar dos anos, a grande umidade do ar carioca, os (TAMBÉM ANTIGOS) encanamentos de gás, obras realizadas sem a menor preocupação com as estruturas localizadas em seu entorno, entre outros.

Quem me lê sabe que eu sou completamente LEIGO em Engenharia e Construção Civil, embora tenha passado por boas experiências como quase-auxiliar mal sucedido de pedreiro. O que me motivou a dissertar sobre o tema foi a preocupação com a vida humana, que está cada vez mais exposta a qualquer tipo de tragédia a todo momento. Infelizmente, as redes de gás que se encontram por baixo de toda a cidade ainda vão nos causar alguns transtornos, visto que são velhas, mal conservadas e ignoradas. O caso é tão sério que há quem diga que sente cheiro de gás o tempo todo nas ruas e prédios do RJ. 

Outra preocupação que me angustia é a maneira como lidamos com alguns acontecimentos. Bueiros precisaram explodir (junto com restaurantes) e prédios tiveram de cair para que o assunto fosse largamente discutido pela imprensa, governo e especialistas. Assim como só se fala nas consequências tristes das fortes chuvas depois que desabamentos matam centenas de pessoas. O Brasileiro tem o péssimo hábito de pensar e agir depois que alguém fala “A CASA CAIU!” – literalmente, nesses casos supracitados. 

Não estou revelando nenhuma novidade, estou apenas tentando fazer uma pobre analogia entre essa péssima conduta e o hábito dos alunos, no âmbito dos Concursos Públicos. Estude! Prepare-se! Pratique seus conhecimentos! Previna-se de qualquer eventualidade ou tragédia! Fortaleça a base do seu saber! Não deixe para ler somente em cima da hora! Se a prevenção fosse hábito do Brasileiro, muitas fatalidades seriam evitadas. Ou seja, o concurseiro precisa aprender a impedir a ocorrência de infortúnios e se preparar SEMPRE para não agir somente quando a casa cai, o prédio cai ou segunda-feira, após a prova. 

Ousem pensar, antes que desabe tudo...